Mostrando postagens com marcador reflita. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador reflita. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 18 de abril de 2013

Corte a corda


Dizem que um alpinista, desesperado por conquistar uma montanha, iniciou a sua escalada depois de anos de preparação.
Como queria a glória só para si, resolveu subir sem companheiros.
Durante a subida o dia foi entardecendo e ele para ganhar tempo decidiu não acampar, e continuou a subir... por fim ficou escuro.
A noite era muito densa naquela parte da montanha, e não se podia ver absolutamente nada. Tudo era negro.
A lua e as estrelas estavam encobertas por nuvens.
Ao subir por um caminho estreito, a apenas poucos metros do topo, escorregou e precipitou-se pelos ares, caindo a uma velocidade vertiginosa.
Em desespero, vendo a proximidade da morte, sem solução, sentiu um fortíssimo solavanco, causado pelo esticar da corda na qual estava amarrado e presa nas estacas cravadas na montanha. Ficou suspenso.
E suspenso no ar não havia nada que pudesse fazer, então gritou com todas as suas forças:
- Meu Deus, ajuda-me!
De repente, uma voz vinda dos céus respondeu-lhe:
- Que queres que Eu faça?
- Salva-me, Senhor!
- Realmente crês que Eu posso te salvar?
-Com toda a certeza, Senhor!
-Então, corta a corda à qual estás amarrado!
Houve um momento de silêncio.
O alpinista agarrou-se ainda mais fortemente à corda:
- Por que duvidas? Não crês que sou Deus e posso te salvar?
- Sim, Senhor, mas...
- Se crês em Mim, corta a corda!
Conta a equipe de resgate que no outro dia encontraram o alpinista morto e congelado pelo frio, com as mãos agarradas fortemente à corda, a apenas dois metros do chão...
E você, cortarias a corda?
Às vezes, precisamos tomar decisões que testam a nossa fé em Deus.
E nós, que estamos tão agarrados às cordas, será que a cortaríamos?
Devemos diariamente exercitar a nossa confiança em Deus, lembrando-nos sempre que Ele nos tem um amor imenso e quer o nosso bem.
(Autor desconhecido)



sábado, 23 de março de 2013

Pedido de uma criança a seus pais...


Não tenham medo de serem firmes comigo.
Prefiro assim.
Isto faz com que eu me sinta mais segura.
Não me estraguem.
Sei que não devo ter tudo o que peço.
Só estou experimentando vocês.
Não deixem que eu adquira maus hábitos.
Dependo de vocês para saber o que é certo, o que é errado.

Não me corrijam com raiva, nem na presença de estranhos. Aprenderei muito mais se me falarem com calma e em particular.
Não me protejam das consequências de meus erros.
Às vezes eu preciso aprender pelo caminho áspero.

Não levem muito à sério as minhas pequenas dores.
Necessito delas para poder amadurecer.
Não sejam irritantes ao me corrigirem.
Se assim o fizerem, eu poderei fazer
o contrário do que me pedem.

Não me façam promessas que não poderão cumprir depois. Lembrem-se que isto me deixa profundamente desapontada.

Não ponham à prova a minha honestidade.
Sou facilmente levada a dizer mentiras.
Não me apresentem um
Deus carrancudo e vingativo.
Isto me afastaria d'Ele.

Não desconversem quando faço perguntas,
senão serei levado a procurar as respostas
na rua todas as vezes que não as tiver em casa.

Não se mostrem para mim como pessoas infalíveis.
Ficarei extremamente chocada quando
descobrir um erro de vocês.

Não digam simplesmente que meus receios e medos são bobos. Ajudem-me a compreendê-los e vencê-los.

Não digam que não conseguem me controlar.
Eu me julgarei mais forte que vocês.

Não me tratem como uma pessoa sem personalidade. Lembre-se que eu tenho o meu próprio modo de ser.

Não vivam me apontando os defeitos das pessoas que me cercam. Isto irá criar em mim, mais cedo ou mais tarde, o espírito de intolerância.

Não se esqueçam de que eu gosto de experimentar as coisas por mim mesma. Não queiram ensinar tudo pra mim.

Não tenham vergonha de dizer que me amam. Eu necessito desse carinho e amor para poder transmiti-lo à vocês e aos outros.

Não desistam nunca de me ensinarem o bem, mesmo quando eu parecer não estar aprendendo.
Insistam através do exemplo e, no futuro, vocês verão em mim, o fruto daquilo que plantaram.

(Autor Desconhecido)


sábado, 17 de novembro de 2012

Luto!


Força Lelly!

É muito triste perder um filho...ele era tão pequeno e indefeso, mas tenho certeza que Deus fez o melhor por ele, e agora ele volta a ser um de seus anjinhos...vá em paz Benício!


Que Deus abençoe e acalente essa família nesse momento...
Lelly mesmo sendo só amiga virtual saiba que estamos aqui para te ajudar a superar esse momento tão dificil!

blog: Meu Benicio

clique aqui e leia o relato dessa mãe!


sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Ser Mãe...



A missão de ser mãe quase sempre começa com alguns meses de muito enjôo, seguido por anseios incontroláveis por comidas estranhas, aumento de peso, dores na coluna, o aprimoramento da arte de arrumar travesseiros preenchendo espaços entre o volume da barriga e o resto da cama.

 Ser mãe é não esquecer a emoção do primeiro movimento do bebezinho dentro da barriga. O instante maravilhoso em que ele se materializou ante os seus olhos, a boquinha sugando o leite, com vontade, e o primeiro sorriso de reconhecimento.

 Ser mãe é ficar noites sem dormir, é sofrer com as cólicas do bebê e se angustiar com os choros inexplicáveis: será dor de ouvido, fralda molhada, fome, desejo de colo? É a inquietação com os resfriados, pânico com a ameaça de pneumonia, coração partido com a tristeza causada pela morte do bichinho de estimação do pequerrucho.

 Ser mãe é ajudar o filho a largar a chupeta e a mamadeira. É levá-lo para a escola e segurar suas mãos na hora da vacina.

 Ser mãe é se deslumbrar em ver o filho se revelando em suas características únicas, é observar suas descobertas. Sentir sua mãozinha procurando a proteção da sua, o corpinho se aconchegando debaixo d os cobertores. É assistir aos avanços, sorrir com as vitórias e ampará-lo nas pequenas derrotas. É ouvir as confidências.

 Ser mãe é ler sobre uma tragédia no jornal e se perguntar: E se tivesse sido meu filho? E ante fotos de crianças famintas, se perguntar se pode haver dor maior do que ver um filho morrer de fome.

 Ser mãe é descobrir que se pode amar ainda mais um homem ao vê-lo passar talco, cuidadosamente, no bebê ou ao observá-lo sentado no chão, brincando com o filho. É se apaixonar de novo pelo marido, mas por razões que antes de ser mãe consideraria muito pouco românticas. É sentir-se invadir de felicidade ante o milagre que é uma criança dando seus primeiros passos, conseguindo expressar toscamente em palavras seus sentimentos, juntando as letras numa frase.

Ser mãe é se inundar de alegria ao ouvir uma gargalhadinha gostosa, ao ver o filho acertando a bola no gol ou mergulhando corajosamente do trampolim mais alto.

Ser mãe é descobrir que, por mais sofisticada que se possa ser, por mais elegante, um grito aflito de mamãe a faz derrubar o suflê ou o cristal mais fino, sem a menor hesitação.

Ser mãe é descobrir que sua vida tem menos valor depois que chega o bebê. Que se deseja sacrificar a vida para poupar a do filho, mas ao mesmo tempo deseja viver mais º não para realizar os seus sonhos, mas para ver a criança realizar os dela. É ouvir o filho falar da primeira namorada, da primeira decepção e quase morrer de apreensão na primeira vez que ele se aventurar ao volante de um carro. É ficar acordada de noite, imaginando mil coisas, até ouvir o barulho da chave na fechadura da porta e os passos do jovem, ecoando portas adentro do lar.

Finalmente, é se inundar de gratidão por tudo que se recebe e se aprende com o filho, pelo crescimento que
ele proporciona, pela alegria profunda que ele dá.

 Ser mãe é aguardar o momento de ser avó, para renovar as etapas da emoção, numa dimensão diferente de doçura e entendimento. É estreitar nos braços o filho do filho e descobrir no rostinho minúsculo, os traços maravilhosos do bem mais precioso que lhe foi confiado ao coração!