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terça-feira, 16 de abril de 2013

Vacinação


A vacinação contra a gripe começa dia 15 e vai até 26 de abril.

Devem se vacinar: gestantes, pessoas com 60 anos ou mais, crianças de 6 meses a menores de 2 anos, mulheres no período pós-parto e portadores de doenças crônicas.
Se você faz parte desses grupos, procure um posto de vacinação e compartilhe esse recado com seus amigos e parentes.

Atenção: portadores de doenças crônicas necessitam apresentar a prescrição no dia da vacinação.

De 15 a 26 de abril. Vacinação para quem precisa de mais proteção. ;)

Saiba mais sobre a campanha: http://goo.gl/D2YEO




sábado, 23 de março de 2013

Pedido de uma criança a seus pais...


Não tenham medo de serem firmes comigo.
Prefiro assim.
Isto faz com que eu me sinta mais segura.
Não me estraguem.
Sei que não devo ter tudo o que peço.
Só estou experimentando vocês.
Não deixem que eu adquira maus hábitos.
Dependo de vocês para saber o que é certo, o que é errado.

Não me corrijam com raiva, nem na presença de estranhos. Aprenderei muito mais se me falarem com calma e em particular.
Não me protejam das consequências de meus erros.
Às vezes eu preciso aprender pelo caminho áspero.

Não levem muito à sério as minhas pequenas dores.
Necessito delas para poder amadurecer.
Não sejam irritantes ao me corrigirem.
Se assim o fizerem, eu poderei fazer
o contrário do que me pedem.

Não me façam promessas que não poderão cumprir depois. Lembrem-se que isto me deixa profundamente desapontada.

Não ponham à prova a minha honestidade.
Sou facilmente levada a dizer mentiras.
Não me apresentem um
Deus carrancudo e vingativo.
Isto me afastaria d'Ele.

Não desconversem quando faço perguntas,
senão serei levado a procurar as respostas
na rua todas as vezes que não as tiver em casa.

Não se mostrem para mim como pessoas infalíveis.
Ficarei extremamente chocada quando
descobrir um erro de vocês.

Não digam simplesmente que meus receios e medos são bobos. Ajudem-me a compreendê-los e vencê-los.

Não digam que não conseguem me controlar.
Eu me julgarei mais forte que vocês.

Não me tratem como uma pessoa sem personalidade. Lembre-se que eu tenho o meu próprio modo de ser.

Não vivam me apontando os defeitos das pessoas que me cercam. Isto irá criar em mim, mais cedo ou mais tarde, o espírito de intolerância.

Não se esqueçam de que eu gosto de experimentar as coisas por mim mesma. Não queiram ensinar tudo pra mim.

Não tenham vergonha de dizer que me amam. Eu necessito desse carinho e amor para poder transmiti-lo à vocês e aos outros.

Não desistam nunca de me ensinarem o bem, mesmo quando eu parecer não estar aprendendo.
Insistam através do exemplo e, no futuro, vocês verão em mim, o fruto daquilo que plantaram.

(Autor Desconhecido)


terça-feira, 13 de novembro de 2012

Muito choro aí? Entenda essa linguagem do bebê...

Você já conferiu, não é fralda. Já amamentou, não é fome. Ele já descansou, não deve ser sono. Então, por que o bebê continua chorando? Essa é uma questão que deixa qualquer mãe agoniada. O choro nos aflige porque dá a impressão de que o bebê está sofrendo e tudo que não desejamos aos nossos filhos é sofrimento. No entanto, segundo a pesquisadora P.h.D Aletha J. Solter, autora do livro Tears and Tantruns (em tradução livre Lágrimas e Birras), ainda sem edição em português, nem todo choro está associado ao sofrimento. O choro pode ser apenas uma manifestação do bebê em relação às novas experiências que está vivendo, como tentar alcançar um objeto e não conseguir. Quando maiores, conseguem se comunicar pelas linguagens verbal e corporal, mas, no bebê, o choro é sua única linguagem e ele a usa para tudo.

 Possíveis causas do choro

 Descartadas as óbvias (fralda suja, sono, fome) vêm as razões emocionais, o choro é mecanismo de liberação natural de estresse. Sim, criança tem estresse, uma consequência de qualquer desregulação, como desafios que enfrentam no crescimento, vontade de fazer algo e ainda não conseguir, frustações que vivenciam (como querer falar e não ser entendido ou tentar andar e logo cair), mudanças em seu corpo ou ao seu redor e tudo mais que ainda não compreendem. Assim, é sempre bom manter um ambiente de tranquilidade para o bebê, sem excesso de estímulos, evitando que se ele estresse ainda mais por agitação externa. Liberar o estresse é ótimo para eles, mesmo por meio do choro, por isso não é raro que fiquem mais calmos quando terminam de chorar o que precisavam.

 Como acolher o choro

 Quando seu bebê chorar, não o deixe sozinho no berço. Isso pode fazer com que se sinta abandonado e ainda mais assustado. Um choro jamais deve ser ignorado. Ele está falando com você, então, responda. Mantenha o máximo de contato visual possível, respire fundo e relaxe. O melhor a fazer é abraçá-lo, pegá-lo no colo, conversar com ele, acolher ao máximo. Assim, você transmite segurança e um recado de que "está tudo bem" ao seu filho.

 Procure deixar claro que ele pode chorar, em vez de ficar repetindo "não chore, não quero choro", o que soa como uma repressão e pode gerar ainda mais estresse ao pequeno. Muitas mães, na tentativa de acalmar, chacoalham o bebê, distraem desesperadamente com objetos ou logo apelam para a chupeta. O problema desses métodos e que, se o bebê não liberou o mínimo que precisava de estresse, mais tarde o choro pode voltar ainda mais intenso. A mãe precisa ter paciência e serenidade para deixar seu filho chorar em seu colo, entendendo que ele não está sofrendo, apenas liberando emoções. Não é fácil, mas com tempo e muita calma, vamos aprendendo a entender a linguagem dos pequeninos.

fonte: hora da troca


segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Quando não tem fraldário...

Tem gente que diz: é só o bebê sair de casa para sujar as fraldas. Às vezes, parece que é mesmo. Nos shoppings, locais públicos, como parques, alguns restaurantes, tudo bem, geralmente encontramos os fraldários ou, ao menos, trocadores nos banheiros. Daí, basta pegar a bolsa do bebê e realizar a troca com tranquilidade. O complicado é quando, junto com cocô, vem a ingrata surpresa: nada de trocadores por perto. E agora? O jeito é improvisar.



 Longe da comida 

 O ideal é tentar fazer a troca nos banheiros ou longe do salão das refeições, para não incomodar as pessoas que estão comendo. Procure um lugar reservado, talvez uma mesa afastada, um sofá, em que tenha conforto e privacidade para trocar seu filhote.

Preze pela segurança

 Jamais apoie a criança no vaso sanitário, cadeira ou outras superfícies que não são espaçosas o suficiente para sustentar o corpo do bebê. Se em último caso não encontrar uma base segura, pode tentar trocar no carrinho da criança ou mesmo no porta-malas do carro, que é plano. Neste caso, é importante forrar bem a superfície, de preferência com um cobertor ou algo acolchoado, deixando a superfície mais fofinha.

 Locais baby-friendly

 No Brasil, ainda não são todos os estabelecimentos que se preocupam com a instalação de um trocador, tornando o ambiente baby-friendly (amigável aos bebês), mas na Europa e nos Estados Unidos a prática é tão comum que há trocadores, inclusive, nos banheiros masculinos (afinal, os papais também trocam fraldas). A única forma de mudar essa realidade é sugerindo que os proprietários instalem esses trocadores extras. Há modelos muito práticos, que ficam afixados à parede e não ocupam espaço quando não estão em uso, mas que facilitam, e muito, a vida dos pais e dos bebês!

fonte: Hora da troca


domingo, 11 de novembro de 2012

Casa à prova de bebês...


Com a chegada do novo morador, aquela sala linda, cheia de bibelôs, mesa de centro de vidro, janelas abertas, cortinas decoradas, torna-se um ambiente perigoso. O que antes enfeitava a casa, agora pode representar perigo e precisa ser repensado. Conforme cresce o bebê, aumenta a quantidade de coisas que ele consegue alcançar e mexer, então se prepare para grandes mudanças. Veja aqui como adaptar a casa para a segurança dos pequenos:

 Na sala: Mais importante do que a decoração é a tranquilidade. Para os engatinhantes, tapetes antiderrapantes são a melhor opção. Proteja as quinas dos móveis, pois cabeçadas e tombos virão. Cuidado com vasos, crianças adoram experimentar o gosto de pedrinhas, folhas e terra. Protetores de tomadas são essenciais nesta fase. Tire do alcance objetos de vidro, cerâmica ou muito pesados, que podem ser derrubados pelo bebê e machucá-lo.

 Na cozinha: O fogão é o grande perigo para crianças, que acham panelas muito atrativas. Guarde acendedores e fósforos longe da vista delas. Alimentos enlatados e vidros devem ser deslocados para a parte alta dos armários. O mesmo vale para sacolas plásticas (que podem asfixiar). Itens que podem ser mantidos na altura da criança são plásticos e potes, são inofensivos e ainda viram ótimos brinquedos.

 No quarto: Deixe o berço livre de objetos que o bebê possa usar para escalar. Jamais deixe o bebê sozinho no trocador, nem por um segundo. Muita atenção ao criado-mudo no quarto dos pais. É comum acidentes com pancada na cabeça da criança que se aproxima da cama do casal. Se ele tiver quinas, proteja ou troque a peça por uma de bordas arredondadas.

 No banheiro: Tampe o vaso sanitário e feche a porta. Remédios e produtos de beleza devem ser guardados à chave. Xampus e cremes coloridos parecem gostosos de experimentar, por isso, jamais deixe ao alcance da criança.

 Pela casa toda: Grades e redes de proteção nas janelas são indispensáveis, mesmo para quem mora no primeiro andar ou em sobrado. Esconda moedas e objetos pequenos em prateleiras e potes altos. É importante evitar o acúmulo, uma casa segura é aquela em que a circulação é fácil e não há excesso de móveis e de coisas pelo caminho da criança.

retirado daqui!


sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Um pouquinho de sujeira não faz mal a ninguém...


As mamães superprotetoras não acreditam, mas, como afirma a máxima, contato com bactérias ajuda os pequenos a criarem anticorpos e se desenvolverem. É o que garante o pediatra Roberto Muller, que apoia o contato frequente com o que chama de Vitamina S – de sujeira.

 “Deixe a criança solta para que ela entre em contato com o que quiser. Não existe motivo para pânico, depois é só dar um banho”, acalma o médico, que acredita nos benefícios dessa liberdade. “Indico, por exemplo, que as mães permitam que os pequenos se lambuzem durante a refeição. Não tem problema comer com a mão, muito pelo contrário. Esse contato lúdico com a comida dá um prazer diferente e faz com que eles se interessem muito mais pelo alimento”.

 Não é loucura não! Dê menos broncas e permita mais. “A grande prova a sujeira faz bem é que no hemisfério Sul as pessoas apresentam muito menos doenças autoimunes do que no hemisfério Norte. Isso acontece porque aqui temos muito mais contato com sujeiras e bactérias, enquanto lá eles são obcecados por limpeza”.

 Andar descalça na rua, colocar a mão no chão, comer comida que caiu ou colocar algo sujo na boca é permitido, segundo o doutor. “Qualquer problema que possa aparecer, como um bicho de pé, é de fácil resolução e não trás grandes problemas. Estar em contato com tudo faz a criança se tornar mais esperta e desenvolvida. Quem não tem esse contato com o mundo não aprende a se virar e acaba se tornando um adulto com medo”, analisa o especialista.

 Ele alerta para apenas uma situação que deve ser evitada. “A única preocupação maior com o local onde a criança brinca deve ser garantir que exista saneamento básico no ambiente. Nunca deixe o filho brincar próximo de esgotos, isso sim pode gerar graves consequências e doenças perigosíssimas”, alerta.

 Como se criam os anticorpos?

 O organismo sabe o que é seu ou não. Quando entrar algum corpo estranho, ele vai mandar embora. “É o que chamamos de efeito booster, mesmo princípio das vacinas, no qual você apresenta ao corpo um vírus que o sistema imunológico reconhece e manda um anticorpo para diminuir a ação dele. Ele diminui, mas não zera. Isso faz com que exista uma memória imunológica. Assim que essa bactéria entrar novamente, será produzido muito mais rápido o anticorpo que vai combatê-la e não atingirá a pessoa”, finaliza Muller.

Ana Flora Toledo
do bolsa do bebê


quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Será que ela vai ser nojentinha?


1 a 2 anos
Um monte de experiências pode provocar reações de nojo nas crianças com 1 ano. Calma. Isso não quer dizer que ela será chata, fresquinha, que passará a festa inteira toda engomada. Retirar a mão da tinta, afastar o pé da areia ou da grama ou simplesmente cuspir são reações que começam a aparecer nessa época quando a descoberta, proporcionada pelo tocar ou pelo comer, causa mais desconforto que prazer. Não se trata de aversão, mas de puro estranhamento em relação às novas sensações. Em princípio, qualquer objeto ou substância pode se revelar incômoda ou desagradável. Aquela que mais causa esse tipo de impressão, segundo educadores, é a tinta utilizada na brincadeira de pintar as mãos. E, se a criança tiver uma sensibilidade mais acentuada, será quase um sofrimento. Embora todas adorem ver o resultado final da pintura, muitas se recusam a lambuzar as mãos. É muito diferente de tudo o que ela já sentiu! Essas reações tendem a se modificar com o tempo. Para alguns, tudo bem se lambuzar na lama, mas não ficar com as mãos coloridas de guaxe. Algumas detestam o contato das mãos com a comida, como achar que o requeijão (ou creme cremoso) que ficou nos dedos é algo tão melecoso quanto cocô. Outras crianças estranham a textura de determinados alimentos. Colocar, por exemplo, um brigadeiro na boca pode ser desconfortante!! Há ainda aquelas que sentem aflições no contato com a areia ou a grama. Aparentemente estranhas para os adultos, essas atitudes são tidas como típicas dessa fase do desenvolvimento. Ao experimentar, a criança está aprendendo a selecionar o que gosta daquilo que não a agrada tanto assim. Nesse aspecto, a participação dos pais tem influência decisiva sobre a forma como os filhos se comportam. Quanto mais incentivam a realização de atividades que têm potencial de repulsa, menor será a tendência de desenvolverem esse sentimento no futuro. Ou seja, de ser um nojentinho.

fonte: crescer


quarta-feira, 31 de outubro de 2012

nossa que calor...

Gente nesses últimos dias tem feito um calor que dá vontade de ficar sentado na frente do ventilador e não sair mais (kkkkkkk), mas o que realmente preocupa são os pequenos, minha filhota tem 1 aninho e ainda não fala, mas fica mega irritada com esse calor, o mais velho tem 5 anos e também reclama demais por que todos os dias antes de ir para a escola eu passo protetor solar nele, (ele odeia passar protetor,rs) com esse sol escaldante temos que cuidar da pele dos pequenos e não esquecer NUNCA de dar bastante água para eles, procurar sempre uma sombra, mas quando não for possível estar na sombra, estar sempre com um guarda-chuva, por que vamos combinar a temperatura térmica é "parece que estou abraçando o sol" (kkkkkkk), encontrei uma reportagem da revista Crescer que fala um pouquinho sobre isso...cliquem aqui e leiam!!!


segunda-feira, 22 de outubro de 2012

A Sexualidade...

Os primeiros sinais

A sexualidade no ser humano surge aliada ao desenvolvimento normal do bebé. 

A sexualidade evolui desde o nascimento ao final da adolescência, levando à escolha do objecto sexual na idade adulta. Para uma personalidade estável, uma boa capacidade emocional e uma boa capacidade de estabelecer relações afectivas estáveis, a sexualidade bem construída tem um papel fundamental. 

A sexualidade no ser humano surge aliada ao desenvolvimento normal do bebé. Manifesta-se como uma curiosidade, onde a criança vai descobrindo o seu corpo, novas sensações, emoções e sentimentos ligado ao sexo biológico. Desta forma, a busca de si baseia-se na premissa de evitar a dor e procurar o prazer. Começa na fase Oral, segundo Freud, onde o bebé procura e aprende a esperar a satisfação dos seus desejos, ao mesmo tempo que vai explorando e conhecendo o seu corpo.Por volta dos dois anos, entramos numa nova fase, fase Anal, onde a criança aprende que controla o seu próprio corpo, controlando os esfíncteres, retirando simultaneamente prazer deste acto. Por volta dos três anos começa a descobrir as diferenças anatómicas entre os dois sexos, aumentando a curiosidade por si e pelo outro, levando a uma construção da sua identidade individual e sexual. Nesta exploração a criança vai usar muito o toque para se conhecer e se estimular. A partir daqui, entra na fase Fálica, onde começa a conhecer a dimensão mais psíquica do ser rapariga ou rapaz, aprende a dimensão cultural e comportamental destes conceitos, e identifica-se com a sua própria dimensão passando a agir e a sentir segundo essa base. Aqui acaba por procurar o sexo oposto.
  
À procura de respostas 

Nesta altura, as curiosidades são muitas e cabe aos adultos que estão perto da criança, esclarecê-la, adequando a linguagem, respondendo de forma segura, tranquila e sem tabus. A forma como esta informação é transmitida vai modelar a criança na forma como encara este tema. Se os adultos revelarem constrangimento ou fugirem ao assunto, a criança vai ver este tema como algo proibido ou negativo, procurando sozinha as respostas, podendo mesmo não encontrar explicações adequadas. 

 Posteriormente, dá-se a passagem da fase de criança a adulto – a fase da adolescência. Uma fase rica em mudança, preenchida muitas vezes por dúvidas e angústias, numa descoberta de si próprio, do seu corpo, da sua forma de ser. 

As alterações hormonais 

É durante a adolescência que ocorrem as alterações ao nível hormonal, físico e psicológico. As primeiras transformações iniciam-se com as alterações fisiológicas, após o cérebro (mais especificamente o hipotálamo) estimular as glândulas sexuais femininas (ovários) e masculinas (testículos), de modo a aumentar a produção hormonal em cadeia. Com estas alterações hormonais começam a ocorrer mudanças ao nível físico. 
  
Nas meninas

No caso das meninas, este período ocorre geralmente entre os 8 e os 14 anos, sendo os primeiros sinais o crescimento dos seios, seguido do aparecimento de alguma pilosidade na púbis, nas pernas e nos braços, o corpo alonga e as ancas definem-se. Internamente ocorre em simultâneo uma maturação ao nível dos ovários e do útero aparecendo a primeira menarca. Estas alterações corporais causam algum desconforto e geram mecanismos diferentes de resposta, seja para esconder as alterações com roupa mais larga ou pelo contrário, maximizar essas novas curvas com roupas mais senhoris. Nesta fase surgem novos interesses, novas emoções. As preocupações com a aparência física e com a capacidade de sedução aumentam, sentindo pela primeira vez emoções do foro mais sexual bem como criam pensamentos românticos. Estas alterações causam alguma insegurança e vergonha perante o corpo, existindo simultaneamente uma procura de ternura e afecto, com um grande desejo de agradar e alguma inquietação perante a rejeição.
  
Nos rapazes 

No caso dos rapazes, o processo é semelhante, na medida em que começa pelas alterações fisiológicas que se manifestam nas mudanças corporais e psicológicas, terminando numa maturação mais global. Esta fase no sexo masculino ocorre geralmente entre os 11 e os 16 anos. Existe um aumento dos órgãos genitais, pénis e testículos, surge alguma pilosidade na zona púbica, pernas, axilas, e peito. Já aos 16 /17 anos começam a aparecer alguns pelos faciais, a barba. Ocorre ainda um alongamento do corpo, com um aumento da musculatura e alargamento do dorso, bem como alterações da voz. Com esta maturação as erecções começam a surgir mais frequente bem como as ejaculações. Este crescimento é desarmónico, e por essa razão, torna-se por vezes mais penoso a adaptação às novas formas e a comparação com os pares. Ao contrário das meninas, as emoções masculinas são mais eróticas, acabando pelas formas femininas aumentarem-lhe o desejo, sentindo-se mais confiantes e mais investidos na parte sexual e menos no romantismo. 

  A puberdade

Apesar disto, a evolução dos órgãos sexuais e a sua exposição pode causar alguma inquietude com os pares, sentido sempre receio de serem criticados ou gozados pelos colegas, que possam já estar numa fase mais avançada da puberdade. Este processo de maturação, com respectiva mudança do interesse e desejo, tanto em rapazes e raparigas, promove uma nova busca de pares e uma aprendizagem emocional na gestão do contacto com o sexo oposto, com o mesmo sexo, com a frustração, com a rejeição, etc. 

 É fundamental uma estrutura psíquica estável, assim como figuras de referência e um acompanhamento familiar constante, disponível para os escutar, tirar dúvidas, informar, que respeite os seus espaços, medos e desejos. Se mesmo quando tudo corre bem e a adolescência é rica de experiências positivas e com uma rede de pares e adultos equilibrada, para os jovens adolescentes pode parecer uma eternidade angustiante, quando existem problemas ao longo da maturação e nos primeiros contactos sexuais, este crescimento pode ser ainda mais doloroso e problemático. Os primeiros sinais são evidentes para todos os adultos que acompanham este jovem: pais, avós, irmãos, professores, amigos, etc. 

Todos nós já passámos por isto e não há como evitar erros, desilusões. O que importa é ajudá-los a lidar com os aspectos menos positivos e apoiá-los na potencialização de momentos positivos. Cada vez mais, o acesso à informação e a sexualidade em si é algo banal na nossa sociedade. Contudo, não devemos descurar no acompanhamento, principalmente quando o excesso de informação e facilidade podem tornar-se, por vezes, inimigos de situações em que nem tudo corre bem. Os jovens não atingem a maturação toda ao mesmo tempo nem se desenvolvem da mesma forma. Vão despertando para a sexualidade a seu ritmo, estimulado pelo contexto em que estão inseridos, e aprendendo com os modelos que os circundam. É uma fase complexa mas ao mesmo tempo enriquecedora com grande peso na determinação da pessoa adulta em que as nossas crianças se transformam. 

  Texto: Dra. Carla Dias da Costa, Psicóloga 
 Clínica – Clínica da Educação
Texto restirado daqui

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Eles serão crianças apenas uma vez!

Quando vi esse poema no blog da Mi Gobbato, (Mãe:Uma profissão maravilhosa) fiquei realmente emocionada ao perceber o quanto nos preocupamos em deixar casa limpa e arrumada, e nos esquecemos de que nossos filhos vão crescer, e que depois de crescidos teremos todo o tempo do mundo para limparmos e arrumarmos tudo...esse poema diz tudo!

"Respira. 
Serás mãe por toda a vida.
Ensine as coisas importantes.
As de verdade.
A pular poças de água, a observar os bichinhos, a dar beijos de borbeta e abraços bem fortes.
Não se esqueça desses abraços e não os negue nunca.
Pode ser que daqui a alguns anos, os abraços que você sinta falta, sejam aqueles que você não deu. ...
Diga ao seu filho o quanto você o ama, sempre que pensar nisso.
Deixe ele imaginar. Imagine com ele.
As paredes podem ser pintadas de novo, as coisas quebram e são substituídas.
Os gritos da mãe doem pra sempre.
Você pode lavar os pratos mais tarde. Enquanto você limpa, ele cresce.
Ele não precisa de tantos brinquedos. 
Trabalhe menos e ame mais. E, acima de tudo, respire.
Serás mãe por toda a vida. Ele será criança só uma vez"
(Anônimo)




quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Memória infantil...


Memória de elefante 

Por volta dos 5 anos as crianças começam a expressar lembranças de quando tinham 2 ou 3 e perguntam sobre situações vividas, por exemplo, num aniversário ocorrido há dois anos e até sobre uma visita que aconteceu na casa da vovó há três. Desde que nascem os bebês exercitam a memória ainda como uma estrutura em desenvolvimento. Como eles têm uma limitação de linguagem nessa fase, respondem aos estímulos de outra maneira. É utilizando a memória que o bebê reconhece a voz dos pais, pede para brincar com um brinquedo específico e pára de chorar quando alguém querido o pega no colo. Se a criança tem experiências ruins, ela assimila esse desprazer, que ficará guardado em algum canto da sua memória e lá na frente poderá influenciar na formação da sua personalidade.

 De 1 ano e meio a 3 anos, a capacidade de memorizar cresce. E, por volta dos 4, regiões cerebrais responsáveis pela memória amadurecem. 

 Começam a existir lembranças. Algumas curiosidades sobre a memória das crianças:

 – O cérebro só vai armazenar estímulos importantes para a criança.  

– Conforme a capacidade intelectual aumenta, a memória tende a melhorar.

– Cheiros chamam lembranças. O olfato é o sentido mais próximo do hipocampo, uma das estruturas cerebrais que participam da fixação da memória de longa duração.

 – A boa memória pode ser herança genética. No entanto, ela se modifica de acordo com os estímulos que a criança recebe.

retirado daqui!

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Hidratação e outros cuidados com as crianças em dias quentes

Em dias quentes, como os que têm feito nos últimos dias em vários estados do Brasil, a atenção com as crianças deve ser redobrada. Alimentação e roupas leves e bastante líquido estão entre os principais cuidados. Por conta do calor, elas perdem muito líquido pela transpiração e pela urina. Por isso, não espere que o seu filho peça um copo de água para você. Lembre-se de que a criança precisa de pelo menos 4 copos de água por dia para manter a hidratação e o bom funcionamento do intestino.




Criança fica com os olhos fundos, sem brilho, com a boca seca e a saliva espessa, além de perder elasticidade da pele e diminuir a quantidade de xixi. Ela pode ainda alternar momentos de agitação e apatia. Se a desidratação for leve, os pais conseguem contornar a situação oferecendo líquidos em casa, mas, em casos mais graves, é preciso que fique no hospital. Abaixo, você confere algumas medidas simples, mas que fazem toda a diferença nos dias quentes: - Ofereça água ao seu filho, mesmo que ele não peça. Sirva em pequenas quantidades e, de preferência, mais para o gelado do que em temperatura ambiente, que torna a absorção mais rápida; - Água de coco e chás, como erva doce ou cidreira, também são boas alternativas; - Evite os refrigerantes. Além de gaseificados, têm açúcar, o que faz com que a criança perca ainda mais água pela urina. Se ela tomar uma bebida com açúcar, a próxima deverá ser água; - Os sucos de melão e melancia têm alto poder de hidratação, são fontes de potássio e água e não precisam ser adoçados; - Os alimentos também ajudam a hidratar e devem ser sempre frescos e de fácil digestão. Incentive o consumo de frutas, legumes e verduras. E não se assuste: é normal o apetite da criança diminuir em dias quentes; - O ambiente onde a criança está deve ser sempre arejado, inclusive durante a noite. Se for preciso, use um ventilador, desde que o vento não fique direto nela; - Deixe seu filho com roupas frescas. Dê preferência aos tecidos de fibra natural, como o algodão, que absorvem o suor do corpo e mantém a temperatura do organismo. Está em dúvida se o seu bebê está com frio? Observe as mãos e os pés dele. Se estiverem quentinhos, não é preciso colocar mais roupa; - Cuidado com o sol. Em excesso, ele pode desidratar a criança, além de provocar graves queimaduras. Evite ainda que fique exposto ao sol entre 10h e 16h. Deixe seu filho sempre protegido, com protetor solar, boné, roupa confortável e leve. Inclusive quando ele for para a escola. Se for à pé, use um guarda-chuva para protege-lo do sol; - Na lancheira (que deve ser térmica), nada de pães com patês, maionese e embutidos. O melhor são sucos, frutas e um sanduíche bem leve, como com recheio de queijo branco e cenoura ralada. - As crianças que se alimentam exclusivamente com o leite materno não precisam de complemento na hidratação, a não ser em casos específicos. Observe o volume do xixi do seu filho. Se ele diminuir, é preciso conversar com o pediatra. - Evite ambientes fechados e aglomerações. Além de ser desconfortável para a criança o calor em excesso, há risco de ela pegar uma infecção viral. Fique atenta com a diarreia, o vômito e a febre, principais sinais de virose. Fontes: Carla Gonzales Rossini, nutricionista, Fabiana Hashimoto, pediatra do Hospital Santa Catarina (SP); Mauro Borghi e Cylmara Gargalak Aziz Silveira, pediatras do Hospital São Luiz (SP); e RGNutri 


Retirado DAQUI

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Medo, medinho, medão


Como lidar com os medos dos filhos e evitar que eles se transformem em pânico e fobias

Sentir medo é natural e saudável. "Sua função é proteger e dar limite", explica a psicóloga clínica Elza Tamas, de São Paulo. Mas, quando paralisa e é cultivado, pode levar a fobias e crises de pânico. Na infância, quando o desconhecido mistura-se à fantasia, é muito comum que a criança tenha uma série de medinhos que podem – e devem – ser controlados.

Um dos mais comuns nessa fase da vida, especialmente entre os três e oito anos de idade, é o medo do escuro. "Uma simples sombra pode se transformar em algo assustador, porque, no escuro, a imaginação vai longe", explica a psicóloga clínica Adriana Takahashi, também da capital paulista.

Para ajudar o pequeno a superar seus temores, os pais podem deixar a luz do corredor ou do banheiro acesa e a porta do quarto entreaberta. Outra solução é instalar pequenas luminárias de tomada, em formatos divertidos de estrelas, flores e animais, com lâmpadas coloridas. Elza sugere brincadeiras no escuro, para desmistificar qualquer receio.Uma dica é acender a luz, de repente, mostrando que vocês podem ser mais rápidos do que o escuro.

"Empregar recursos de desenhos animados também funciona, como simular um ataque ao monstro escondido nas sombras e esmagá-lo. É importante entrar na fantasia da criança, utilizar a mesma linguagem dela", ensina a psicóloga. Ou seja, se seu filho afirmar que viu algo no escuro, você pode dar corda, perguntar como era, o que fez e questionar: ‘será que está lá ainda, vamos ver?’ "Dessa forma, você mergulha no mundo da imaginação e, depois, ajuda o pequeno a sair. Sem deboche e sem ficar repetindo que é bobagem da cabeça dele", diz a psicoterapeuta especialista em neurolinguística Amélia Nascimento, de São Paulo.

Injeção sem trauma

Dói, é chato e ninguém gosta, mas, às vezes, é necessário tomar injeção. E criança, geralmente, se apavora ao ver uma seringa, com aquela agulha ameaçadora. Este tipo de medo pode ser decorrente de ameaças do tipo: "Se você não se comportar, vamos ao médico para que ele receite uma injeção". Ou pode advir da insegurança dos pais, que também tremem nas bases na hora de levar uma picada. "A criança sente a apreensão deles e fica apavorada", diz Adriana.

A dica para que o pequeno encare a vacina ou a injeção sem grandes traumas, é contar a ele sobre o procedimento no mesmo dia. Nunca converse com antecedência, pois como a criança não tem noção de tempo, ficará ansiosa. Também não é recomendado enganá-la, porque quando pega de surpresa, o escândalo é certo. "Se os pais disserem a verdade-- que vai doer um pouco, mas passará logo—o pequeno ficará apreensivo, mas o choro terá duração menor e a situação fluirá de maneira controlada", diz Adriana.

O bom e velho diálogo

Sentar e conversar é a receita que sempre dá certo, em vários momentos da vida. Quando se trata do medo do seu filho, não é diferente. "O temor pode ser sintoma de uma angústia que a criança não consegue classificar, ou de uma dificuldade que não sabe resolver sozinha. Falar sobre o problema ajuda em sua compreensão e superação", diz Elza.

Para Adriana, o diálogo é importante também para os pais perceberem o que está acontecendo com a criança e observarem se o medo aumenta ou diminui com o passar do tempo. "O objetivo da conversa é, entre outros, identificar a origem do receio. Não adianta ficar falando que monstros não existem, ou que é tudo imaginação. Para a criança, a situação é real e assustadora." Isso inclui os sonhos. Se seu filho não quiser dormir, com medo de sonhar ou acordar no meio da noite, apavorado com as imagens do seu inconsciente, Amelia sugere explicar que o sonho só acontece dentro da nossa cabeça, são apenas cenas, como em um filme.

Respeito e compreensão

Nem pense em ridicularizar a criança pelo medo que sente. "Os pais precisam ser compreensivos e devem proporcionar um ambiente acolhedor, para que o filho se sinta seguro e confiante. Só assim ela terá recursos para enfrentar seus medos ou torná-los menos aterrorizantes", explica Adriana.

Ameaçar o pequeno, dizendo que vai entregá-lo ao guarda ou ao bicho-papão, só traz prejuízos. "São tentativas de manter o controle da criança, com base no medo, e não impõem respeito, como muita gente pensa", afirma Elza.

Por outro lado, jogar um tomate de um andar alto de um prédio para mostrar, ao pequeno, como ele fica ao cair, é uma maneira de alertá-lo e garantir sua segurança.

As mentiras também merecem destaque nessa discussão. Muitos pais negam a realidade, na tentativa de proteger o filho. "É importante que a criança saiba que existe morte, assalto e pessoas que podem lhe fazer mal. Só assim elas aprendem a se proteger", explica Amélia. Isso não quer dizer que precisamos contar tudo. Quando ela perguntar se você, ela ou a vovó vão morrer, por exemplo, você pode dizer que sim, mas que vai demorar muuuuito tempo. "E se ela teme um acidente de carro ou de avião, você pode falar que essas tragédias realmente acontecem, mas com poucas pessoas. E que a maioria, como ela, está protegida. Você não mente, nem a deixa insegura", exemplifica a especialista.

Fobias e pânico

O medo faz parte do desenvolvimento humano e serve como recurso de defesa e proteção. Em uma situação de perigo, nosso instinto de conservação vem à tona e tentamos nos manter longe da ameaça. Mas, em excesso e sem tratamento adequado, o temor pode se tornar patológico, transformando-se em fobias ou transtorno do pânico, distúrbios que impedem a pessoa de viver plenamente seu dia a dia.

Se o medo persistir e se intensificar por muito tempo, pode ser, sim, indício de algo mais sério. Nesse caso, é preciso buscar ajuda profissional de um psicólogo ou psiquiatra.

Portanto, é preciso muito cuidado ao passar informações para a criança. "Ela se baseia no que vê e vivencia. Conversas, gestos e expressões dos pais servem de modelos. Se a mãe, por exemplo, teme que algo terrível aconteça, a criança percebe sua insegurança e passa a sentir o mesmo medo", explica Adriana.

Amelia concorda: "Os pais precisam relaxar e evitar transmitir tensão aos filhos. Prestar atenção no tom de voz que usam também é essencial."

Crescer amedrontado não é bom para nenhuma criança. É fundamental ensiná-la a se proteger dos perigos básicos, como prestar atenção ao atravessar a rua, não ficar perto de janelas em locais altos, manter-se longe do fogo, não aceitar presentes de estranhos, nem se afastar dos pais em lugares públicos. Esses alertas são necessários e não se comparam aos temores que muitos pais incutem na cabeça dos filhos. "Os adultos vivem sob tensão. Se nós nos sentimos impotentes diante dos perigos, imagine a criança. Por isso acho bom evitar televisão. A criança não deve ser exposta a imagens aterrorizantes", diz Elza.

Os programas de adultos, como novelas, telejornais, reality shows e filmes de terror não devem fazer parte da programação infantil antes dos doze anos. "Até essa idade, a criança percebe tudo que vê como real, não é capaz de entender metáforas nem ironias. Só a partir dali é que começa a desenvolver o pensamento abstrato, que possibilita diferenciar o real do ilusório", explica Adriana.

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