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terça-feira, 13 de novembro de 2012

Muito choro aí? Entenda essa linguagem do bebê...

Você já conferiu, não é fralda. Já amamentou, não é fome. Ele já descansou, não deve ser sono. Então, por que o bebê continua chorando? Essa é uma questão que deixa qualquer mãe agoniada. O choro nos aflige porque dá a impressão de que o bebê está sofrendo e tudo que não desejamos aos nossos filhos é sofrimento. No entanto, segundo a pesquisadora P.h.D Aletha J. Solter, autora do livro Tears and Tantruns (em tradução livre Lágrimas e Birras), ainda sem edição em português, nem todo choro está associado ao sofrimento. O choro pode ser apenas uma manifestação do bebê em relação às novas experiências que está vivendo, como tentar alcançar um objeto e não conseguir. Quando maiores, conseguem se comunicar pelas linguagens verbal e corporal, mas, no bebê, o choro é sua única linguagem e ele a usa para tudo.

 Possíveis causas do choro

 Descartadas as óbvias (fralda suja, sono, fome) vêm as razões emocionais, o choro é mecanismo de liberação natural de estresse. Sim, criança tem estresse, uma consequência de qualquer desregulação, como desafios que enfrentam no crescimento, vontade de fazer algo e ainda não conseguir, frustações que vivenciam (como querer falar e não ser entendido ou tentar andar e logo cair), mudanças em seu corpo ou ao seu redor e tudo mais que ainda não compreendem. Assim, é sempre bom manter um ambiente de tranquilidade para o bebê, sem excesso de estímulos, evitando que se ele estresse ainda mais por agitação externa. Liberar o estresse é ótimo para eles, mesmo por meio do choro, por isso não é raro que fiquem mais calmos quando terminam de chorar o que precisavam.

 Como acolher o choro

 Quando seu bebê chorar, não o deixe sozinho no berço. Isso pode fazer com que se sinta abandonado e ainda mais assustado. Um choro jamais deve ser ignorado. Ele está falando com você, então, responda. Mantenha o máximo de contato visual possível, respire fundo e relaxe. O melhor a fazer é abraçá-lo, pegá-lo no colo, conversar com ele, acolher ao máximo. Assim, você transmite segurança e um recado de que "está tudo bem" ao seu filho.

 Procure deixar claro que ele pode chorar, em vez de ficar repetindo "não chore, não quero choro", o que soa como uma repressão e pode gerar ainda mais estresse ao pequeno. Muitas mães, na tentativa de acalmar, chacoalham o bebê, distraem desesperadamente com objetos ou logo apelam para a chupeta. O problema desses métodos e que, se o bebê não liberou o mínimo que precisava de estresse, mais tarde o choro pode voltar ainda mais intenso. A mãe precisa ter paciência e serenidade para deixar seu filho chorar em seu colo, entendendo que ele não está sofrendo, apenas liberando emoções. Não é fácil, mas com tempo e muita calma, vamos aprendendo a entender a linguagem dos pequeninos.

fonte: hora da troca


segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Quando não tem fraldário...

Tem gente que diz: é só o bebê sair de casa para sujar as fraldas. Às vezes, parece que é mesmo. Nos shoppings, locais públicos, como parques, alguns restaurantes, tudo bem, geralmente encontramos os fraldários ou, ao menos, trocadores nos banheiros. Daí, basta pegar a bolsa do bebê e realizar a troca com tranquilidade. O complicado é quando, junto com cocô, vem a ingrata surpresa: nada de trocadores por perto. E agora? O jeito é improvisar.



 Longe da comida 

 O ideal é tentar fazer a troca nos banheiros ou longe do salão das refeições, para não incomodar as pessoas que estão comendo. Procure um lugar reservado, talvez uma mesa afastada, um sofá, em que tenha conforto e privacidade para trocar seu filhote.

Preze pela segurança

 Jamais apoie a criança no vaso sanitário, cadeira ou outras superfícies que não são espaçosas o suficiente para sustentar o corpo do bebê. Se em último caso não encontrar uma base segura, pode tentar trocar no carrinho da criança ou mesmo no porta-malas do carro, que é plano. Neste caso, é importante forrar bem a superfície, de preferência com um cobertor ou algo acolchoado, deixando a superfície mais fofinha.

 Locais baby-friendly

 No Brasil, ainda não são todos os estabelecimentos que se preocupam com a instalação de um trocador, tornando o ambiente baby-friendly (amigável aos bebês), mas na Europa e nos Estados Unidos a prática é tão comum que há trocadores, inclusive, nos banheiros masculinos (afinal, os papais também trocam fraldas). A única forma de mudar essa realidade é sugerindo que os proprietários instalem esses trocadores extras. Há modelos muito práticos, que ficam afixados à parede e não ocupam espaço quando não estão em uso, mas que facilitam, e muito, a vida dos pais e dos bebês!

fonte: Hora da troca


domingo, 11 de novembro de 2012

Casa à prova de bebês...


Com a chegada do novo morador, aquela sala linda, cheia de bibelôs, mesa de centro de vidro, janelas abertas, cortinas decoradas, torna-se um ambiente perigoso. O que antes enfeitava a casa, agora pode representar perigo e precisa ser repensado. Conforme cresce o bebê, aumenta a quantidade de coisas que ele consegue alcançar e mexer, então se prepare para grandes mudanças. Veja aqui como adaptar a casa para a segurança dos pequenos:

 Na sala: Mais importante do que a decoração é a tranquilidade. Para os engatinhantes, tapetes antiderrapantes são a melhor opção. Proteja as quinas dos móveis, pois cabeçadas e tombos virão. Cuidado com vasos, crianças adoram experimentar o gosto de pedrinhas, folhas e terra. Protetores de tomadas são essenciais nesta fase. Tire do alcance objetos de vidro, cerâmica ou muito pesados, que podem ser derrubados pelo bebê e machucá-lo.

 Na cozinha: O fogão é o grande perigo para crianças, que acham panelas muito atrativas. Guarde acendedores e fósforos longe da vista delas. Alimentos enlatados e vidros devem ser deslocados para a parte alta dos armários. O mesmo vale para sacolas plásticas (que podem asfixiar). Itens que podem ser mantidos na altura da criança são plásticos e potes, são inofensivos e ainda viram ótimos brinquedos.

 No quarto: Deixe o berço livre de objetos que o bebê possa usar para escalar. Jamais deixe o bebê sozinho no trocador, nem por um segundo. Muita atenção ao criado-mudo no quarto dos pais. É comum acidentes com pancada na cabeça da criança que se aproxima da cama do casal. Se ele tiver quinas, proteja ou troque a peça por uma de bordas arredondadas.

 No banheiro: Tampe o vaso sanitário e feche a porta. Remédios e produtos de beleza devem ser guardados à chave. Xampus e cremes coloridos parecem gostosos de experimentar, por isso, jamais deixe ao alcance da criança.

 Pela casa toda: Grades e redes de proteção nas janelas são indispensáveis, mesmo para quem mora no primeiro andar ou em sobrado. Esconda moedas e objetos pequenos em prateleiras e potes altos. É importante evitar o acúmulo, uma casa segura é aquela em que a circulação é fácil e não há excesso de móveis e de coisas pelo caminho da criança.

retirado daqui!


sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Um pouquinho de sujeira não faz mal a ninguém...


As mamães superprotetoras não acreditam, mas, como afirma a máxima, contato com bactérias ajuda os pequenos a criarem anticorpos e se desenvolverem. É o que garante o pediatra Roberto Muller, que apoia o contato frequente com o que chama de Vitamina S – de sujeira.

 “Deixe a criança solta para que ela entre em contato com o que quiser. Não existe motivo para pânico, depois é só dar um banho”, acalma o médico, que acredita nos benefícios dessa liberdade. “Indico, por exemplo, que as mães permitam que os pequenos se lambuzem durante a refeição. Não tem problema comer com a mão, muito pelo contrário. Esse contato lúdico com a comida dá um prazer diferente e faz com que eles se interessem muito mais pelo alimento”.

 Não é loucura não! Dê menos broncas e permita mais. “A grande prova a sujeira faz bem é que no hemisfério Sul as pessoas apresentam muito menos doenças autoimunes do que no hemisfério Norte. Isso acontece porque aqui temos muito mais contato com sujeiras e bactérias, enquanto lá eles são obcecados por limpeza”.

 Andar descalça na rua, colocar a mão no chão, comer comida que caiu ou colocar algo sujo na boca é permitido, segundo o doutor. “Qualquer problema que possa aparecer, como um bicho de pé, é de fácil resolução e não trás grandes problemas. Estar em contato com tudo faz a criança se tornar mais esperta e desenvolvida. Quem não tem esse contato com o mundo não aprende a se virar e acaba se tornando um adulto com medo”, analisa o especialista.

 Ele alerta para apenas uma situação que deve ser evitada. “A única preocupação maior com o local onde a criança brinca deve ser garantir que exista saneamento básico no ambiente. Nunca deixe o filho brincar próximo de esgotos, isso sim pode gerar graves consequências e doenças perigosíssimas”, alerta.

 Como se criam os anticorpos?

 O organismo sabe o que é seu ou não. Quando entrar algum corpo estranho, ele vai mandar embora. “É o que chamamos de efeito booster, mesmo princípio das vacinas, no qual você apresenta ao corpo um vírus que o sistema imunológico reconhece e manda um anticorpo para diminuir a ação dele. Ele diminui, mas não zera. Isso faz com que exista uma memória imunológica. Assim que essa bactéria entrar novamente, será produzido muito mais rápido o anticorpo que vai combatê-la e não atingirá a pessoa”, finaliza Muller.

Ana Flora Toledo
do bolsa do bebê


quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Turma da Mônica no mundo do circo...


Turma da Mônica no Mundo do Circo em Guarulhos a partir de 15/11.

Preços promocionais de quarta a sexta , agora não tem desculpa!!! Aproveitem que a turminha está em Guarulhos!!

telefones: (11) 2076-0087 ou 2076-0001





quarta-feira, 31 de outubro de 2012

nossa que calor...

Gente nesses últimos dias tem feito um calor que dá vontade de ficar sentado na frente do ventilador e não sair mais (kkkkkkk), mas o que realmente preocupa são os pequenos, minha filhota tem 1 aninho e ainda não fala, mas fica mega irritada com esse calor, o mais velho tem 5 anos e também reclama demais por que todos os dias antes de ir para a escola eu passo protetor solar nele, (ele odeia passar protetor,rs) com esse sol escaldante temos que cuidar da pele dos pequenos e não esquecer NUNCA de dar bastante água para eles, procurar sempre uma sombra, mas quando não for possível estar na sombra, estar sempre com um guarda-chuva, por que vamos combinar a temperatura térmica é "parece que estou abraçando o sol" (kkkkkkk), encontrei uma reportagem da revista Crescer que fala um pouquinho sobre isso...cliquem aqui e leiam!!!


terça-feira, 30 de outubro de 2012

Dicas para o bebê dormir...


Você tem um bebê ai na sua casa igual a minha pequena que é um verdadeiro terror na hora de dormir? Então leia essa reportagem, acho que pode ajudar...


Para fazer o ritual do sono não é preciso de mágica e nem varinha de fada! Se você é mãe ou pai e o seu maior desejo é dormir, mas o seu pequeno fica ligadão, algumas dicas simples podem ajudar a tornar o sono da família mais tranquilo.
Um estudo realizado pela Johnson & Johnson contou com a participação de Jodi Mindell, especialista em sono pediátrico do Hospital das Crianças da Filadélfia. Participaram da pesquisa 58 bebês e mães com menos de dois anos de idade. Num primeiro momento as mães foram orientadas para continuarem com a rotina normal durante o dia. Em seguida deveriam seguir esse ritual: banho morno, massagem no corpo do bebê ou alguma atividade tranquila para o pequeno.
Veja só que interessante os resultados: os pequenos acordaram 38% menos durante a noite, reduziu-se em 49% o tempo de vigília noturna e os bebês dormiram 37% mais rapidamente. Só benefícios, para os bebês e pais!



Que tal seguir algumas dicas? É fácil e tornará a hora de dormir muito mais gostosa!

MANTENHA UMA ROTINA FIXA

A repetição é tranquilizadora para o bebê, pois ele, conhecendo a rotina, deixa-se ser induzido por ela. O ideal é que tudo siga um ritual, que deve ser repetido sempre da mesma forma e no mesmo horário.

EVITE AGITAÇÃO

Geralmente o comportamento noturno do bebê tem influência direta no seu comportamento durante o dia, e principalmente no comportamento de quem está pertinho dele. Por isso, nada de agitação. Se o bebê sentir esse clima se agitará também.

SHANTALA

A massagem ajuda a criança a relaxar o corpinho e favorece o sono mais reparador.

BANHO DE IMERSÃO

Depois da Shantala, o ideal é terminar com um banho de imersão para completar o relaxamento. O banho é sempre tranquilizador e ajuda naqueles momentos em que você tentou tudo e nada adiantou.

AMBIENTE ACOLHEDOR

O colchão, o berço, a roupa de cama e o pijama devem ser bem gostosos! Um pouquinho antes da soneca noturna não ofereça estímulos, como televisão e muita luminosidade no ambiente. Coloque uma música tranquila, leia um livro e fale com tom de voz mais suave. Sentindo esse ambiente calmo será mais fácil o pequeno não brigar com o sono.

BICHINHOS

Oferecer um objeto de transição, como um bichinho, por exemplo, desde que seja lavável e sem pêlos para não causar alergias, pode representar a segurança de que ele não está sozinho.

MÚSICA

A associação da música suave ao sono também é recomendada e o ideal é que seja sempre a mesma música.


retirado daqui!

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

A Sexualidade...

Os primeiros sinais

A sexualidade no ser humano surge aliada ao desenvolvimento normal do bebé. 

A sexualidade evolui desde o nascimento ao final da adolescência, levando à escolha do objecto sexual na idade adulta. Para uma personalidade estável, uma boa capacidade emocional e uma boa capacidade de estabelecer relações afectivas estáveis, a sexualidade bem construída tem um papel fundamental. 

A sexualidade no ser humano surge aliada ao desenvolvimento normal do bebé. Manifesta-se como uma curiosidade, onde a criança vai descobrindo o seu corpo, novas sensações, emoções e sentimentos ligado ao sexo biológico. Desta forma, a busca de si baseia-se na premissa de evitar a dor e procurar o prazer. Começa na fase Oral, segundo Freud, onde o bebé procura e aprende a esperar a satisfação dos seus desejos, ao mesmo tempo que vai explorando e conhecendo o seu corpo.Por volta dos dois anos, entramos numa nova fase, fase Anal, onde a criança aprende que controla o seu próprio corpo, controlando os esfíncteres, retirando simultaneamente prazer deste acto. Por volta dos três anos começa a descobrir as diferenças anatómicas entre os dois sexos, aumentando a curiosidade por si e pelo outro, levando a uma construção da sua identidade individual e sexual. Nesta exploração a criança vai usar muito o toque para se conhecer e se estimular. A partir daqui, entra na fase Fálica, onde começa a conhecer a dimensão mais psíquica do ser rapariga ou rapaz, aprende a dimensão cultural e comportamental destes conceitos, e identifica-se com a sua própria dimensão passando a agir e a sentir segundo essa base. Aqui acaba por procurar o sexo oposto.
  
À procura de respostas 

Nesta altura, as curiosidades são muitas e cabe aos adultos que estão perto da criança, esclarecê-la, adequando a linguagem, respondendo de forma segura, tranquila e sem tabus. A forma como esta informação é transmitida vai modelar a criança na forma como encara este tema. Se os adultos revelarem constrangimento ou fugirem ao assunto, a criança vai ver este tema como algo proibido ou negativo, procurando sozinha as respostas, podendo mesmo não encontrar explicações adequadas. 

 Posteriormente, dá-se a passagem da fase de criança a adulto – a fase da adolescência. Uma fase rica em mudança, preenchida muitas vezes por dúvidas e angústias, numa descoberta de si próprio, do seu corpo, da sua forma de ser. 

As alterações hormonais 

É durante a adolescência que ocorrem as alterações ao nível hormonal, físico e psicológico. As primeiras transformações iniciam-se com as alterações fisiológicas, após o cérebro (mais especificamente o hipotálamo) estimular as glândulas sexuais femininas (ovários) e masculinas (testículos), de modo a aumentar a produção hormonal em cadeia. Com estas alterações hormonais começam a ocorrer mudanças ao nível físico. 
  
Nas meninas

No caso das meninas, este período ocorre geralmente entre os 8 e os 14 anos, sendo os primeiros sinais o crescimento dos seios, seguido do aparecimento de alguma pilosidade na púbis, nas pernas e nos braços, o corpo alonga e as ancas definem-se. Internamente ocorre em simultâneo uma maturação ao nível dos ovários e do útero aparecendo a primeira menarca. Estas alterações corporais causam algum desconforto e geram mecanismos diferentes de resposta, seja para esconder as alterações com roupa mais larga ou pelo contrário, maximizar essas novas curvas com roupas mais senhoris. Nesta fase surgem novos interesses, novas emoções. As preocupações com a aparência física e com a capacidade de sedução aumentam, sentindo pela primeira vez emoções do foro mais sexual bem como criam pensamentos românticos. Estas alterações causam alguma insegurança e vergonha perante o corpo, existindo simultaneamente uma procura de ternura e afecto, com um grande desejo de agradar e alguma inquietação perante a rejeição.
  
Nos rapazes 

No caso dos rapazes, o processo é semelhante, na medida em que começa pelas alterações fisiológicas que se manifestam nas mudanças corporais e psicológicas, terminando numa maturação mais global. Esta fase no sexo masculino ocorre geralmente entre os 11 e os 16 anos. Existe um aumento dos órgãos genitais, pénis e testículos, surge alguma pilosidade na zona púbica, pernas, axilas, e peito. Já aos 16 /17 anos começam a aparecer alguns pelos faciais, a barba. Ocorre ainda um alongamento do corpo, com um aumento da musculatura e alargamento do dorso, bem como alterações da voz. Com esta maturação as erecções começam a surgir mais frequente bem como as ejaculações. Este crescimento é desarmónico, e por essa razão, torna-se por vezes mais penoso a adaptação às novas formas e a comparação com os pares. Ao contrário das meninas, as emoções masculinas são mais eróticas, acabando pelas formas femininas aumentarem-lhe o desejo, sentindo-se mais confiantes e mais investidos na parte sexual e menos no romantismo. 

  A puberdade

Apesar disto, a evolução dos órgãos sexuais e a sua exposição pode causar alguma inquietude com os pares, sentido sempre receio de serem criticados ou gozados pelos colegas, que possam já estar numa fase mais avançada da puberdade. Este processo de maturação, com respectiva mudança do interesse e desejo, tanto em rapazes e raparigas, promove uma nova busca de pares e uma aprendizagem emocional na gestão do contacto com o sexo oposto, com o mesmo sexo, com a frustração, com a rejeição, etc. 

 É fundamental uma estrutura psíquica estável, assim como figuras de referência e um acompanhamento familiar constante, disponível para os escutar, tirar dúvidas, informar, que respeite os seus espaços, medos e desejos. Se mesmo quando tudo corre bem e a adolescência é rica de experiências positivas e com uma rede de pares e adultos equilibrada, para os jovens adolescentes pode parecer uma eternidade angustiante, quando existem problemas ao longo da maturação e nos primeiros contactos sexuais, este crescimento pode ser ainda mais doloroso e problemático. Os primeiros sinais são evidentes para todos os adultos que acompanham este jovem: pais, avós, irmãos, professores, amigos, etc. 

Todos nós já passámos por isto e não há como evitar erros, desilusões. O que importa é ajudá-los a lidar com os aspectos menos positivos e apoiá-los na potencialização de momentos positivos. Cada vez mais, o acesso à informação e a sexualidade em si é algo banal na nossa sociedade. Contudo, não devemos descurar no acompanhamento, principalmente quando o excesso de informação e facilidade podem tornar-se, por vezes, inimigos de situações em que nem tudo corre bem. Os jovens não atingem a maturação toda ao mesmo tempo nem se desenvolvem da mesma forma. Vão despertando para a sexualidade a seu ritmo, estimulado pelo contexto em que estão inseridos, e aprendendo com os modelos que os circundam. É uma fase complexa mas ao mesmo tempo enriquecedora com grande peso na determinação da pessoa adulta em que as nossas crianças se transformam. 

  Texto: Dra. Carla Dias da Costa, Psicóloga 
 Clínica – Clínica da Educação
Texto restirado daqui

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Promoção para Mamães seguidoras do Blog

Está preparando a festinha do seu filho ou filha? Então não deixe de aproveitar essa super promoção que a Patrícia Silva está fazendo para nós mamães...ligue para ela e diga que viu o anúncio aqui no blog e pronto, um mega desconto para fazer da sua festa um arraso!!!Não fique de fora, corra, pois é valido para festas fechadas até o final de novembro!!!

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Dica...

Boa tarde pessoal,
hoje vim trazer uma dica bem legal para quem é blogueira (e pra quem não é também...), eu descobri esse site através de um outro blog que conheci, nesse site você pode editar fotos, colocar frases,recortar e várias outras coisas e também descobri que lá da para fazer montagens bem legais, eu não conhecia e agora que descobri adooooro e uso sempre, é ótimo!!! Se você ainda não conhece dê uma passadinha por lá e veja como é fácil e legal!!! Bjos e espero que tenham gostado da dica!

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Ganhar dinheiro na internet agora é muito fácil...

É incrivel como muitas vezes deixamos de aproveitar as oportunidades com medo de que seja um golpe, né? Pois bem, eu estou aqui para mostrar a vocês um site que realmente funciona e que você ganha dinheiro de verdade...eu já faço parte desse grupo e vocês que tal experimentar? É fácil, rápido e barato...
Entrem no link a seguir e conheçam melhor essa maravilha que surgiu em minha vida e que pode revolucionar a sua também, não é golpe, nem fraude, é real...acreditem e qualquer dúvida que tenham é só me enviar um e-mail ou comentar aqui que eu responderei com todo carinho...beijos e sucesso!!!
Sempre terá um link ali na lateral do blog...